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21 de November de 2017
Fisioterapeuta de Foz do Iguaçu é especialista em cura pela energia

Fisioterapeuta de Foz do Iguaçu é especialista em cura pela energia

A sala em que Hafef Issa atende é bem harmoniosa, mas não tem equipamentos sofisticados. Não são necessários. Há diplomas na parede, maca, pia e um balcãozinho de apoio.


- Você pode se deitar aqui, por favor? Relaxe e feche os olhos.


Fisioterapeuta há 11 anos, ela começa a sessão de Liberação Somato Emocional com menos luz, silêncio e concentração. Hafef impõe as mãos, primeiro sobre os pés do paciente, e segue dando passos curtos ao redor da maca.


- Você sentiu alguma reação? Coceira, dor, desconforto?


A fisioterapeuta se dirige ao ponto indicado e permanece ali, mantendo um toque suave.


É assim que o processo de cura se inicia.


Um médico, uma veterinária e uma técnica em radiologia decidiram tentar


O médico dermatologista francês Patrick Thomas, não acreditou que pudesse dar certo. Já tinha tentado hipnose, regressão e outras terapias para acabar com o pânico de dirigir. Várias vezes, em plena rodovia, ele parava o carro no acostamento e telefonava para alguém ir buscá-lo. "Eu não conseguia seguir," lembra. Quando a esposa (brasileira) sugeriu o tratamento com Liberação Somato Emocional Patrick aceitou, mas desconfiando. Na primeira sessão, não sentiu nada. Na segunda:


- Alguma reação?


- Não.


- Veio alguma imagem à sua mente?


- Sim – ele disse. Vejo um círculo de fogo.


- Então passe por dentro dele.


Quinze dias depois, Hafef telefonou. "Contei a ela que viajei de Foz do Iguaçu a Santa Helena (cerca de 110 Km) e ainda não estava 100%, mas não tive crise." Patrick explicou ainda que, depois disso, ficou cada vez melhor. "Por motivos pessoais, deixei o consultório para atuar como guia de turismo e, atualmente, dirijo por toda parte transportando passageiros."


Lindelma Lemos, veterinária, não tinha problemas com direção, o pânico era debaratas. "Não era um medo normal. Era fobia mesmo! Eu chorava desesperadamente, meus braços adormeciam, sentia dor intensa na cabeça, parecia que meu coração ia explodir! Certa vez, vi uma barata caminhar pelo corpo do meu filho pequeno, que estava dormindo, e não tive coragem de socorrê-lo. Foi o cúmulo!", ela relembra. Só o fato de ver um desenho de barata desencadeava uma crise. "Sou amiga da família do Patrick, sabia do pânico dele e quando fui informada de que estava curado, decidi tentar curar minha fobia também."


Durante a sessão, Lindelma sentiu os olhos arderem muito. "Tive vontade de chorar, mas não me lembro de ter chorado. Eu me vi sentada, numa sala escura, com o vulto de uma televisão na minha frente."


Dias depois, conversou por telefone com a fisioterapeuta:


- Como se sente?


- Não posso dizer, porque nunca mais tive contato com barata, mas espera aí que vou ligar o computador e tentar olhar para uma foto.


A reação impressionou. Além de conseguir olhar a foto, ela procurou fotos mais e mais reais, observava os detalhes e não sentia nada. "Não acreditei!"


No dia seguinte: o primeiro reencontro "ao vivo e em cores". Ela estava saindo da cozinha quando deu de cara com uma barata. Seria pânico na certa. "Fui lá e matei com o chinelo!" O marido, chocado, registrou a cena. "Fotografei porque não estava acreditando," contou ele.


Nem pânico, nem fobia, a técnica em radiologia Adriana de Carvalho, de 47 anos, perdeu as contas de quantas sessões de fisioterapia fez, ao longo de dez anos, para tratardores crônicas. "Estimo que tenham sido mais de 50 sessões". Ela sentia fortes dores nos punhos, nos tornozelos, nos joelhos, na sola dos pés, na região da lombar. "Para cada dor, os médicos apontaram uma causa diferente. Tomei corticoides, anti-inflamatórios, analgésicos... Chegou um momento que se tornou insuportável, eu não conseguia mais dormir," lamentou.


Foi a filha dela, fisioterapeuta, que indicou a terapia Somato Emocional. "Na primeira sessão, a sensação era de que eu estava debaixo de uma laje, deitada, presa em alguma coisa. Eu sentia um peso em cima de mim e não conseguia me mexer. Depois dessa sessão, senti um alívio interior muito grande." No final da segunda sessão, Adriana se libertou dessa lembrança: "consegui, mentalmente, sair desse lugar. Começaram a aparecer cores que se moviam num fluxo intenso na minha mente. Depois: árvores, plantas... coisa mais boa aquilo!" Adriana, instintivamente, teve vontade de se reaproximar da mãe – de quem chegava a ficar três anos distante. "Sentia uma incapacidade de ir vê-la por uma série de episódios traumáticos que tivemos na minha infância." Passou a ter saudade da mãe: "foi como se tivesse me libertado de algo em relação a ela e minhas dores foram acabando gradativamente. Não sinto mais nada."


Descobertas de médico norte-americano levam à cura pela energia


Durante a sessão de Liberação Somato Emocional, as mãos da fisioterapeuta Hafef Issa tendem a se movimentar e parecem bem trêmulas em alguns momentos. "Isso é resultado de muita concentração e estudo para entender as manifestações do corpo. Quando encontro um ponto que chamamos de 'cisto energético' é aí que atuo para que haja liberação da energia parada ali, capaz de causar dor ou qualquer reação como fobia," explica.


Cada manifestação exige um tipo de direcionamento, por isso, só profissionais certificados podem atuar. Hafef Issa frequentou módulos de formação em Londrina (PR), Florianópolis (SC) e em Teresópolis (RJ). Foi assim que aprendeu as técnicas catalogadas pelo criador do método, John Upledger. "Esse médico norte-americano concluiu que, muitas vezes, o corpo não consegue se livrar da energia gerada durante traumas e que essa energia fica estagnada numa membrana que envolve os músculos, podendo afetar os ossos, os vasos sanguíneos e até gerar doenças graves como o câncer," e conclui: "isso não aparece em exames como o ultrassom ou raio-x."


Quando o chamado "cisto energético" é dissipado, o próprio corpo busca uma correção e o problema tem fim. "A diferença é que a fisioterapia tradicional é toque: quando eu sei que você está com dor, pego seu músculo e percebo que está enrijecido ou com espasmo. Na Somato Emocional, a terapia é de autocura, o terapeuta é um facilitador entre você e seu eu interior."


Fonte: Assessoria de Imprensa – jornalista Izabelle Ferrari (DRT 5926)

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