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20 de August de 2017
Polícia chinesa investiga mãe que enviou recém-nascida pelo correio a orfanato

Polícia chinesa investiga mãe que enviou recém-nascida pelo correio a orfanato

A polícia chinesa abriu uma investigação após uma mulher de 24 anos enviar pelo correio uma recém-nascida envolta em embalagens plásticas a um orfanato em Fuzhou, no sudeste do país. O bebê foi levado a um hospital na cidade e seu estado de saúde é estável. Segundo um comunicado emitido pela polícia nesta quinta-feira, a suspeita, de sobrenome Luo, está sob custódia por abandono infantil.


De acordo com um funcionário do Hospital do Distrito de Jin'an, em entrevista à "CNN" nesta sexta-feira, "sua vida não está em perigo".


"A polícia identificou a mãe, que disse que levaria o bebê para casa", disse, ao que muitos internautas demonstraram revolta.


"Dar o bebê de volta aos pais - para que eles possam abandoná-la novamente?", escreveu um usuário da rede social chinesa Weibo, semelhante ao Twitter. "Essas pessoas não merecem ser pais e o estado deve privá-las de tal direito", registrou outro.


Imagens gravadas por um celular que mostram o momento em que residentes próximos ao orfanato aparecem para olhar a criança viralizaram na China. No vídeo, é possível ver o bebê sendo amparado por um homem. Segundo a imprensa local, fazia bastante calor no dia, com termômetros marcando 37 graus. Assim, ele mergulhou um cotonete em água e limpou os lábios da menina, para refrescá-la e hidratá-la. Pouco depois, policiais e funcionários do serviço de emergência do hospital chegaram ao local.


Nesta quarta-feira, no correio, a mulher se recusou a mostrar o conteúdo do "pacote" ao funcionário que pediu para inspecioná-lo. Mas a caminho da entrega, o carteiro percebeu movimentos e barulhos vindos de dentro da sacola e ficou desconfiado. Quando abriu para conferir o que tinha dentro, ficou em choque por se deparar com um bebê vivo, informou a mídia local.


As últimas estatísticas do Ministério dos Assuntos Civis na China indicam que há cerca de 460 mil órfãos no país.


Fonte: Extra

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