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21 de April de 2018
Primeira mulher a assumir o Governo, Cida Borghetti destacou-se pela atuação em defesa de causas sociais

Primeira mulher a assumir o Governo, Cida Borghetti destacou-se pela atuação em defesa de causas sociais

Catarinense de Caçador, onde nasceu em 18 de fevereiro de 1965, filha dos descendentes de imigrantes italianos Ires Anna e Severino Ivo Borghetti, Cida Borghetti (PP) é a primeira mulher a chegar ao Governo do Paraná, estado que adotou como sua terra. Ela aqui chegou com apenas dois anos, a décima entre 13 irmãos. É casada com o deputado federal Ricardo Barros (PP), ex-ministro da Saúde e ex-prefeito de Maringá, com quem tem uma filha, a deputada estadual Maria Victória Borghetti Barros (PP).

Empresária e jornalista, Cida formou-se em Administração Pública, com especialização em Políticas Públicas e coordenou as relações do Paraná com a bancada federal e com o Governo Federal. Deu seus primeiros passos na política como militante do PDS Jovem. Elegeu-se para dois mandatos consecutivos de deputada estadual e um de deputada federal, no período de 2011 a 2014. Chefiou a Secretaria de Representação do Governo do Paraná em Brasília entre 1998 e 2000 e foi presidente voluntária do Provopar de Maringá.

Reconhecida nacionalmente pelo trabalho em favor da saúde preventiva e em defesa dos direitos das mulheres, crianças e adolescentes,  é  autora da Lei do Dia de Luta contra o Câncer de Mama, comemorado em 27 de novembro. A data mobiliza milhares de pessoas em todas as cidades paranaenses e em diversas outras regiões do País. Como deputada estadual foi autora de 101 projetos que se tornaram leis, entre elas a que cria e regulamenta as Regiões Metropolitanas do Estado.

Na Câmara dos Deputados se destacou na presidência da Comissão Especial da Primeira Infância, que trata de direitos e politicas públicas vontadas as crianças de zero a seis anos. Liderou o processo de aprovação do Marco Legal da 1ª Infância e é autora do projeto de lei nº 267/2011, que assegura a paz nas escolas. Foi uma das proponentes da Lei que criou o “vale cultura” para trabalhadores. Seu marido, Ricardo Barros, assumiu e defendeu projetos de sua autoria na legislatura posterior, como o que modifica o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) “a fim de estabelecer deveres e responsabilidades à criança e ao adolescente estudante, ou o que obriga a instalação de câmeras de monitoramento em UTIs de hospitais públicos e privados.

Fonte: Assembleia Legislativa do Paraná

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