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19 de June de 2018
Vaticano proíbe uso de hóstia sem glúten em celebrações católicas

Vaticano proíbe uso de hóstia sem glúten em celebrações católicas

Hóstias com baixo teor de glúten são válidas, desde que não sejam misturadas com outras substâncias; comunicado foi feito em carta circular enviada aos bispos pela Igreja Católica


A Igreja Católica enviou uma carta circular aos seus bispos proibindo hóstias sem glúten para a celebração da Eucaristia nas missas. De acordo com a carta, disponível no último sábado (8), a hóstia deve ser puramente de trigo, sem leveduras e devem ser consumidas frescas, para que não haja perigo de decomposição. O uso de hóstias com baixo teor de glúten, porém, está permitido.


“Hóstias que são completamente sem glúten são inválidas para a celebração da Eucaristia. As hóstias com baixo teor de glúten (parcialmente sem glúten) são válidas, desde que contenham uma quantidade suficiente de glúten para obter a confecção do pão sem a adição de materiais estranhos e sem o uso de procedimentos que alterem a natureza do pão”, diz a carta.


Em Ponta Grossa, a paróquia da Igreja do Rosário passou a oferecer uma opção de hóstia sem glúten há um ano, medida que tinha o objetivo de incluir os celíacos na celebração. Produzida por um grupo de freiras da própria cidade, as Irmãs Servas do Espírito Santo da Adoração Perpétua, a hóstia era preparada com farinha de arroz, fécula de mandioca ou fubá, sem perigo de contaminação cruzada.


Vinho


Outra recomendação do Vaticano é de que os bispos prezem pela qualidade do vinhoservido. O vinho deve ser natural, puro, sem qualquer tipo de mistura com outras substâncias. “É totalmente proibido usar vinho de autenticidade ou proveniência duvidosa, pois a Igreja exige certeza sobre as condições necessárias para a validade dos sacramento”, pontua a circular.


Para quem não pode consumir fermentados, a solução dada pela Igreja é usar suco de uva preservado por métodos que suspendam a fermentação, mas não alterem sua natureza, como o congelamento. A circular ainda reforça que vinho é não pode ser substituído por outras bebidas.


Fonte: Gazeta Do Povo

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